sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Para reflectir…
“Não espere um sorriso para ser gentil,
Não espere ser amado para amar,
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de um amigo,
Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante em sua vida,
Não espere o melhor emprego, para começar a trabalhar,
Não espere a queda para lembrar-se do conselho,
Não espere... Não espere a enfermidade para reconhecer quão frágil é a vida,
Não espere a pessoa perfeita para então se apaixonar,
Não espere a mágoa para pedir perdão,
Não espere a separação para buscar a reconciliação,
Não espere a dor para acreditar em oração,
Não espere elogios para acreditar em si mesmo,
Não espere... Não espere ter tempo para servir,
Não espere que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado,
Não espere o "EU TAMBÉM" para dizer "EU AMO-TE",
Não espere ter dinheiro aos montes para então contribuir,
Não espere o dia de sua morte sem antes AMAR A VIDA!!!”
Vou de férias, volto dia 05 de Janeiro.
Um beijo muito grande....e até para o ano!
FELIZ 2009!!!
Mukanda
Cavaleiro Andante...
Boas Festas!
Beso
Mukanda

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

A todos que amo,
A todos que gosto,
A todos que fazem parte da minha vida,
Desejo uma feliz noite de consoada,
E um feliz Natal.
Um beijinho grande
Um grande abraço Natalício.
Mukanda



quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Hoje enviaram-me isto...
Obrigada Aninhas!

Um beso grande
Mukanda

Band Aid - It's Christmas time


Muitos parabéns meu amor.
Obrigada, por fazeres parte da minha vida.
Gosto muito, muito de ti.
Um beijo do tamanho do Mundo.
Com todo o meu amor e carinho…
Mukanda

PS - O designer... manda um beijo grande de parabéns :)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito.
Um chama-se ontem e o outro chama-se amanhã,
portanto hoje é o dia certo para amar,
acreditar, fazer e principalmente viver.
Dalai Lama


Song for You
Gosto muito desta música/letra
Mariza ... Fabuloso!



Fabuloso e Arrepiante !!! Gente da minha terra
Oiçam .... e sintam o arrepio!
Maravilhoso.
Beso
Mukanda

A todos que gosto.
A todos que Amo.
A todos que fazem parte da minha vida,
Ontem,
Hoje,
Amanhã e sempre!
Desejo um Feliz Natal.
Faltam 8 dias, mas… With the Christmas Spirit.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Desculpem, mas tinha que partilhar... Madagascar
Já estou a imaginar a minha irmã gravidissíma, com o nosso mais pequenito Francisco, em pleno cinema, de rabos empinados:
"Eu me remexo muito, eu me remexo muito..."
Eheheh…muito bom!
Não tivessemos nós o sangue Africano nas veias.
Muy Besos
Até amanhã

Citação do dia...

"Não contem à minha mãe que eu trabalho em publicidade...
ela pensa que eu sou pianista num bordel"
Jean Jacques Séguéla

Besos
Mukanda

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Servidão recíproca

"Acabavam de celebrar as bodas de ouro matrimoniais, e não sabiam viver um instante sequer um sem o outro, ou sem pensar um no outro, e o sabiam cada vez menos à medida que recrudescia a velhice. Nem ele nem ela podiam dizer se essa servidão recíproca se fundava no amor ou na comodidade, mas nunca se haviam feito a pergunta com a mão no peito, porque ambos tinham sempre preferido ignorar a resposta."
- Gabriel Garcia Marquez in “O Amor no Tempo do Cólera”

Besos
Mukanda
Sumo, em peso, na noite de Soldeu - Andorra!
Não podia faltar o varão :)
Ui!
Besos
Mukanda

domingo, 14 de dezembro de 2008

Amado Em Silêncio

"E estava convencido na solidão de sua alma de haver amado em silêncio muito mais do que alguém jamais amara neste mundo"

- Gabriel Garcia Marquez in “O Amor no Tempo do Cólera”

Até amanhã.
Beso
Mukanda

sábado, 13 de dezembro de 2008

Mukanda...
A contemplar os enormes e fantásticos montes cobertos de neve, com o olhar fixo e fascinado, em tudo que via à sua volta...





sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Andorra - Soldeu

Momentos...

Bom fim de semana
Besos
Mukanda












































quarta-feira, 10 de dezembro de 2008



Casa, Família, Natal, ...
Papi, mami, mana, eu, muy pequerruchas !
Eu!
Saudades!!!
Besos
Mukanda

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Tive "saudades de casa"!
O Fim de semana foi óptimo.
Soldeu... É um postal de Natal lindissímo.
Lindo, lindo, lindo!
Superou, em tudo, as minhas expectativas.
Mas, com todos os últimos acontecimentos tristes...não posso deixar de dizer
Tive muitas saudades de casa!
Não há nada mais importante na vida que "a nossa casa", que o amor "da nossa casa"
Prima, não consigo dizer nada... um beijo e um abraço muito forte, estou aqui!
João, um xi-coração muito grande, estou aqui!
Paulinho,beijo e abraço muito forte, estou aqui!

Para casa...
Mami, nós amamos-te mucho!
"Olha que coisa mais linda,
mas cheia de graça, é ela menina, ...
O seu balançado é mais que um poema.
É a coisa mais linda que eu já vi passar..."


sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Vou ali e já volto...
Os instrutores que se preparem, não vai ser tarefa fácil!
Um passo à frente, um passo à direita...travar...e... cai! :) O meu sexto sentido, di-me que vai ser uma experiência única!
E o frio?!
Meu Deus...e eu que sou tão friorenta...Nada como uns bons Kits :)
Até já...volto dia 9/12/2008.
Besos e um excelente fim de semana prolongado.
Mukanda






quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Minha Carol, esta é para ti!
Muitos beijos Guapa, boas férias!
Mukanda

Ana Carolina & Seu Jorge - Carolina

Partilha...
3 locais que conheci, no passado fim de semana, e que gostei muito!
Quem puder....ficam as sugestões:
Taberna do Chiado:
Localizado no coração da Cidade, no bairro do Chiado, o restaurante Taberna do Chiado encontra-se num edifício pombalino recuperado pelo Arquitecto Siza Vieira após o grande incêndio do Chiado.
O restaurante apresenta uma fusão entre o ambiente tradicional das tabernas de barricas de carvalho, meia-luz, mesas e bancos corridos, com linhas mais contemporâneas e sofisticadas.
Aqui servem-se variados petiscos como: morcela com mel em pão aldeão ou pá fumada com três queijos fundidos e seu espargo verde. Para quem não for adepto do petisco existem pratos de peixe e carne.
Silk - O cantinho mais desejado de Lisboa (Uma vista maravilhosa!)
A nova atracção da Noite Lisboeta põe a cidade a seus pés.
O club com terraço mais disputado da cidade tem vista desde o Castelo à Ajuda e apresenta o Tejo como pano de fundo.
O espaço é composto por três áreas: bar, pista e terraço, com decoração minimalista e glamorosa. O espaço é bastante exclusivo, as mesas são poucas e para entrar terá de constar na guest list ou tentar reservar.
Discoteca Twin`s Clube de Lisboa
O que Nós Vemos das Cousas São as Cousas

O que nós vemos das cousas são as cousas.
Por que veríamos nós uma cousa se houvesse outra?
Por que é que ver e ouvir seria iludirmo-nos
Se ver e ouvir são ver e ouvir?
O essencial é saber ver,
Saber ver sem estar a pensar,
Saber ver quando se vê,
E nem pensar quando se vê
Nem ver quando se pensa.
Mas isso (tristes de nós que trazemos a alma vestida!),
Isso exige um estudo profundo,
Uma aprendizagem de desaprender
E uma seqüestração na liberdade daquele convento
De que os poetas dizem que as estrelas são as freiras eternas
E as flores as penitentes convictas de um só dia,
Mas onde afinal as estrelas não são senão estrelas
Nem as flores senão flores.
Sendo por isso que lhes chamamos estrelas e flores.
Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XXIV"
Heterónimo de Fernando Pessoa

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Cansaço...

O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
[...]
(Fernando Pessoa)


Cansaço de trabalho!
Estou a precisar de férias, urgentemente :)
Uma boa (mini) semana para todos.
Um beijinho muy grande
Eu vou continuar por aqui...na agência!
Besos e mais besos
Mukanda

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Opá, sei que já publiquei esta música...
Mas apeteceu-me publicá-la novamente.
Cá vai...beij a todos.
Agora sim... bom fim de semana!
Para os meus amigos que vão para Estremoz, boas tasquinhas!!!
Para o ano, vou!
Beso
Mukanda

Um fim de semana prolongado, cheio de:
Paz
Calma
Alegria
Tranquilidade
Amor
Carinho
Ternura
Família
Amigos
Para todos nós!
Besos
Mukanda

Ana Carolina & Seu Jorge - Pra rua me levar

Obrigada...
Lamechas!!!! :)
Não conhecia, que vozes...muito bom!
Um bom dia… Até já.
Beijo
Mukanda

quinta-feira, 27 de novembro de 2008



Eu!
Besitos
Mukanda
Recomeçar - Carlos Drummond de Andrade

Obrigada!
Fazes-me bem!
Beijo
Andreia Vilarinho Flórido

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Trio Od´Mira!
Mami e as suas crias...
Se mexe mais, estraga...
Muito, muito bom!
Para que não restem dúvidas, eu sou a mais bonita da foto.
Sim, sim...
A da fita na cabeça!
Por amor à Santa...
Quem tirou esta foto devia ser punido!
Está muito boa, de tão má que é.
Tinha que partilhar :)
Muitos beijinhos
Mukanda

Fica sempre um pouco de nós em tudo...nas pessoas, nos lugares, na Vida!

"De tudo ficou um pouco
Do meu medo. Do teu asco.
Dos gritos gagos. Da rosa
ficou um pouco.
Ficou um pouco de luz
captada no chapéu.
Nos olhos do rufião
de ternura ficou um pouco
(muito pouco).
Pouco ficou deste pó
de que teu branco sapato
se cobriu. Ficaram poucas
roupas, poucos véus rotos
pouco, pouco, muito pouco.
Mas de tudo fica um pouco.
Da ponte bombardeada,
de duas folhas de grama,
do maço
― vazio ― de cigarros, ficou um pouco.
Pois de tudo fica um pouco.
Fica um pouco de teu queixo
no queixo de tua filha.
De teu áspero silêncio
um pouco ficou, um pouco
nos muros zangados,
nas folhas, mudas, que sobem.
Ficou um pouco de tudo
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.
Se de tudo fica um pouco,
mas por que não ficaria
um pouco de mim? no trem
que leva ao norte, no barco,
nos anúncios de jornal,
um pouco de mim em Londres,
um pouco de mim algures?
na consoante?
no poço?
Um pouco fica oscilando
na embocadura dos rios
e os peixes não o evitam,
um pouco: não está nos livros.
De tudo fica um pouco.
Não muito: de uma torneira
pinga esta gota absurda,
meio sal e meio álcool,
salta esta perna de rã,
este vidro de relógio
partido em mil esperanças,
este pescoço de cisne,este segredo infantil…
De tudo ficou um pouco:
de mim; de ti; de Abelardo.
Cabelo na minha manga,de tudo ficou um pouco;
vento nas orelhas minhas,
simplório arroto, gemido
de víscera inconformada,
e minúsculos artefatos:
campânula, alvéolo, cápsula
de revólver… de aspirina.
De tudo ficou um pouco.
E de tudo fica um pouco.
Oh abre os vidros de loção
e abafa
o insuportável mau cheiro da memória.
Mas de tudo, terrível, fica um pouco,
e sob as ondas ritmadas
e sob as nuvens e os ventos
e sob as pontes e sob os túneis
e sob as labaredas e sob o sarcasmo
e sob a gosma e sob o vômito
e sob o soluço, o cárcere, o esquecido
e sob os espetáculos e sob a morte escarlate
e sob as bibliotecas, os asilos, as igrejas triunfantes
e sob tu mesmo e sob teus pés já duros
e sob os gonzos da família e da classe,
fica sempre um pouco de tudo.
Às vezes um botão. Às vezes um rato."
Carlos Drummond de Andrade

Como de tudo fica um pouco, hoje fica este poema muito bonito...
Besos
Mukanda

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Hoje, ao ler um blog que diariamente costumo “espreitar”, li um post que me fez pensar.
Não conheço o autor.
Mas gosto muito “de o Ler”.
Eu ainda sou do tempo…. em que acreditamos no Amor, seja ele de que forma for.
Existem várias formas de amar, apesar de o amor ser um só.
Como tal, partilho com vocês…
“É difícil nos dias de hoje acreditar que vamos encontrar alguém que nos preencha realmente e com quem poderemos construir um futuro feliz e estável.
É como se as pessoas agora já não se esforçassem para que as coisas funcionem, como se já não fossem persistentes.
Ficamos então com a sensação que somos lenços de papel, que se utilizam apenas uma vez e se deitam fora, e ficamos com saudades do tempo em que ainda se usavam lenços de pano, que se lavavam e voltavam para o nosso bolso.Por isso, ficamos desconfiados.
Achamos que nem vale a pena arriscar conhecer melhor alguém que nos atraia.
Para quê?
Se calhar só está interessado(a) numa relação fortuita, conseguir mais um troféu num quadro de caça, ou simplesmente temos medo de nos apaixonarmos perdidamente e não sermos depois correspondidos.
Às vezes, até arriscamos e depois?
Depois, ficamos insuportavelmente instáveis, vivendo no medo da rejeição e do abandono.
Desconfiamos com pequenos sinais que nada querem dizer ou talvez sim.
Ficamos com ciúmes com pequenos olhares e sinais que nada significam ou talvez sim.
Podemos ficar possessos e verbalizamos, fazemos cenas de ciúmes e amuamos.
Também podemos apenas silenciar e ficamos a ver ou afastamo-nos antes que o abandono seja real.
Precisamos de constantes garantias.
Se o outro silencia, ficamos ansiosos e a magicar o que se passará.
Se não nos liga, ficamos preocupados e pensamos o pior.
Às vezes, ficamos tão melgas que abafamos o outro.
O problema está dentro de cada um de nós e nem tanto na relação com o outro.
Temos que acreditar em nós, no nosso valor, que somos pessoas que valem a pena conhecer!
Temos que confiar nos sentimentos de alguém especial que há-de surgir na nossa vida ou até já existe mas a quem nem damos hipóteses.
Temos que vencer esse medo e mostrar o tesouro escondido do nosso verdadeiro eu.
Porque só o amor cura, porque só o afecto pode preencher o vazio, porque só o carinho pode apaziguar o medo, porque só a paixão nos pode fazer renascer das cinzas.
Dá-te uma oportunidade... a ti e aos outros!
Besos e uma boa noite!
Até amanhã
Mukanda
Citação...
Por que as pessoas escrevem? Já me fiz tantas vezes esta pergunta que hoje posso respondê-la com a maior facilidade. Elas escrevem para criar um mundo no qual possam viver. Nunca consegui viver nos mundos que me foram oferecidos: o dos meus pais, o mundo da guerra, o da política. Tive de criar o meu, como se cria um determinado clima, um país, uma atmosfera onde eu pudesse respirar, dominar e me recriar a cada vez que a vida me destruísse. Esta é a razão de toda obra de arte.
Só o artista sabe que o mundo é uma criação subjetiva, que é preciso escolher, selecionar. A obra é a concretização, a encarnação do seu mundo interior. Ele espera impor sua visão pessoal, partilhá-la com os outros. Se não atinge esta última finalidade, o verdadeiro artista persiste assim mesmo. Os poucos momentos de comunhão com o mundo valem esse sofrimento, pois finalmente esse mundo foi criado para os outros como um legado, como um dom destinado a eles.
Também escrevemos para aprofundar o nosso conhecimento de vida. Para atrair, encantar e consolar. Escrevemos para acalentar nossos amantes. Para degustar em dobro a vida: no momento preciso e retrospectivamente, na sua lembrança. Escrevemos, como Proust, para tornar as coisas eternas e para nos convencermos de que elas o são. Para podermos transcender nossa vida e alcançarmos o que existe além dela. Escrevemos para aprender a falar com os outros, para testemunhar nossa viagem ao labirinto. Para abrir, expandir nosso mundo quando nos sentimos sufocados, oprimidos ou abandonados. Escrevemos como os pássaros cantam, como os primitivos dançam seus rituais. Se você não respira quando escreve, não grita, não canta, então não escreva porque sua literatura será inútil. Quando não escrevo, meu universo se reduz; sinto-me numa prisão. Perco minha chama, minhas cores. Escrever deve ser uma necessidade, como o mar precisa das tempestades - é a isto que eu chamo de respirar.
- Anais Nin
Beso
Mukanda

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

BOA SEMANA!
Besos
Mukanda

Nina simone - my baby just cares for me

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Minha tia linda,
Hoje, para ti um beijo grande e um abraço muito apertado.
Está quase a terminar..
Sei que vou/vamos receber um chamada a dizer que correu tudo bem.
A mami está...como se fosse eu ou a mana.
Quem é que aguenta! :)
Aliás, és e serás sempre como uma irmã/filha para todos os teus irmãos e tia/irmã para as tuas sobrinhas.
Um beijo minha tia.
Estamos tão tristinhas hoje, vê lá se nos dás boas noticias rápidamente...
Da tua sobrinha
Andreia Vilarinho

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Caminhar para o desconhecido...
Encontraram-se como por acaso naquele dia...

Foram apresentados.
Trocaram as palavras necessárias,
Nada de mais.
4 ou 5 palavras,
2 ou 3 piadas.
Não encontraram os espelhos das almas, nos olhos de cada um.
Não encontraram as cores do toque nas peles suaves.
Não encontraram nada demais.

Encontraram-se por mero acaso, ali… Conheceram-se, e cada um foi para seu lado.
Dias mais tarde…
Encontraram-se novamente.
Perderam-se na magia do encontro, sem o ser.
Perderam-se nas palavras que voaram e nos sorrisos que faltaram.

Perderam-se na conversa e no sentimento desconhecido.
Perderam-se, caminharam...
Perderam-se e gostaram.
Mukanda

Novidades da "minha" Sumo:

Toni e Zézé apelam à reciclagem de pilhas a baterias
2008/11/20


A dupla António Feio e José Pedro Gomes são os protagonistas do novo filme da Sumo Publicidade para a Ecopilhas.
Chega aos ecrãs dia 20 de Dezembro.
Os actores José Pedro Gomes e António Feio vão encarnar mais uma vez as personagens Toni e Zézé, a emblemática (dupla da treta) no spot publicitário que a Sumo Publicidade acaba de produzir para o recém conquistado cliente Ecopilhas.
«A ideia dos dois actores que aceitámos muito bem, foi proposta pela agência. O humor é uma forma simples e divertida de chamar a atenção das pessoas para a importância da reciclagem de pilhas e baterias», explicou Eurico Cordeiro, director-geral da Ecopilhas.
Este trabalho tem dois anúncios, filmados pela Miss Dolores e realizados por Mário Viães, que têm a particulariade de para além do já tradicional alerta para a reciclagem de pilhas, juntar também à mensagem a sensibilização para a reciclagem de baterias (de computadores, telemóveis, etc.), uma vertente mais esquecida pelas pessoas, como lembrou Eurico Cordeiro.
Com arranque previsto para Dezembro, esta campanha vai estar presente, até ao final de Janeiro, apenas em televisão, tem a direcção criativa de Carlos Abreu. A dupla Daniel Meneses e Fernando Mendes assinam o trabalho.
Como adiantou o responsável da Ecopilhas, em função dos resultados conseguidos e do impacto alcançado, os spots podem voltar ao ecrã durante 2009. O investimento total neste projecto ronda os 400 mil euros.
Por Natividade Simões - Briefing

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

"Era ainda jovem demais para saber que a memória do coração elimina as más lembranças e enaltece as boas e que graças a esse artifício conseguimos suportar o passado."

- Gabriel Garcia Marquez in “O Amor no Tempo do Cólera”

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Muito em breve nos veremos ...
Não lhe tinha sido fácil recuperar esse domínio a partir do momento em que ouviu o grito de Digna Pardo no quintal e encontrou o ancião de sua vida agonizando no lodo. Sua primeira reação foi de esperança porque ele tinha os olhos abertos e um brilho de luz radiante que ela jamais lhe vira nas pupilas. Rogou a Deus que lhe concedesse ao menos um instante para que ele não partisse sem saber quanto o amara por cima das dúvidas de ambos e sentiu a premência irresistível de começar a vida com ele outra vez desde o começo para que se dissessem tudo que tinham ficado sem dizer, e fizessem bem qualquer coisa que tivessem feito mal no passado. Mas teve que render-se à intransigência da morte. Sua dor se descompôs numa cólera cega contra o mundo, e até contra ela própria, o que lhe infundiu o domínio e a coragem de enfrentar sozinha sua solidão. Desde então não teve trégua, mas se preveniu contra qualquer gesto que parecesse alarde de sua dor.Antes que fechassem o caixão, Fermina Daza tirou sua aliança e a colocou no marido morto, e depois lhe cobriu a mão com a sua, como sempre fazia ao surpreendê-lo divagando em público.- Muito em breve nos veremos — lhe disse.
- Gabriel Garcia Marquez in “O Amor no Tempo do Cólera”

segunda-feira, 17 de novembro de 2008


“Há decisões que se tomam e que se lamentam a vida toda e há decisões que se amarga o resto da vida não ter tomado. E há ainda ocasiões em que uma decisão menor, quase banal, acaba por se transformar, por força do destino, numa decisão imensa, que não se buscava mas que vem ter connosco, mudando para sempre os dias que se imaginava ter pela frente. Às vezes, são até estes golpes do destino que se substituem à nossa vontade paralisada, forçando a ruptura que temíamos, quebrando a segurança morta em que habitávamos e abrindo as portas do desconhecido de que fugíamos.”
Em “Rio das Flores”, de Miguel Sousa Tavares

As amizades não se medem pelo tempo que duram, mas pela intensidade dos sentimentos partilhados e pelo nível de empatia criado.
Mesmo assim, foram 8 anitos de Sumo.
8 anos de amizade.
Boa sorte “meu amor”, hoje, amanhã e sempre, um beijinho e um abraço muito apertado.
Vou ter muitas saudades tuas…
Gosto muito de ti!
Do que depender de mim, a gente vai continuar .... sempre! (Jorge Palma)
Beijo, beijo e mais beijos meu querido Celos.

Andreia Vilarinho Flórido (Também conhecida por Campanha Teaser – “Esta dou-te, publicamente, de graça” :)).
Beijos à nossa Nini, à nossa Lua e ao nosso Manel.
Besos para ti.
Tee jay amori!
Jantar de despedida - 14/11/2008

sexta-feira, 14 de novembro de 2008


Último Capítulo- Hoje e Amanhã
O RCT (RCTRIO) vai dar os seus últimos dois espectáculos.
É já neste fim-de-semana, na Taverna dos Trovadores.
Apareçam!
Brindo aos três com muita admiração e carinho.
Um beijo muito grande.
Tenho aprendido... que não se deve dizer Adeus.
Por isso, RCTrio:
Sem "adeuses" nem "goodbyes"... um grande até jazzzzz.
Besos muy grandes aos três.
Mukanda

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Ontem, fui à ante-estreia do filme "Ensaio sobre a Cegueira" no El Corte Inglês, gostei muito, muito bom.
Muito intenso, muito forte, mas muito bom (na minha opinião)!
Deixo-vos o Trailer.

Blindness Trailer

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Á mami,
Á mana,
...
A todos que amo,
A todos que gosto,
A todos que, de uma forma ou de outra, tem enriquecido a minha vida ao longo de todos estes anos.

A todos que fazem parte dela,
Obrigada.
Beso
Mukanda


Sorriso, diz-me aqui o dicionário, é o acto de sorrir.
E sorrir é rir sem fazer ruído e executando contracção muscular da boca e dos olhos.
O sorriso, meus amigos, é muito mais do que estas pobres definições, e eu pasmo ao imaginar o autor do dicionário no acto de escrever o seu verbete, assim a frio, como se nunca tivesse sorrido na vida. Por aqui se vê até que ponto o que as pessoas fazem pode diferir do que dizem.
Caio em completo devaneio e ponho-me a sonhar um dicionário que desse precisamente, exactamente, o sentido das palavras e transformasse em fio-de-prumo a rede em que, na prática de todos os dias, elas nos envolvem.
Não há dois sorrisos iguais.
Temos o sorriso de troça, o sorriso superior e o seu contrário humilde, o de ternura, o de cepticismo, o amargo e o irónico, o sorriso de esperança, o de condescendência, o deslumbrado, o de embaraço, e (por que não?) o de quem morre.
E há muitos mais.
Mas nenhum deles é o Sorriso.
O Sorriso (este, com maiúsculas) vem sempre de longe.
É a manifestação de uma sabedoria profunda, não tem nada que ver com as contracções musculares e não cabe numa definição de dicionário.
Principia por um leve mover de rosto, às vezes hesitante, por um frémito interior que nasce nas mais secretas camadas do ser.
Se move músculos é porque não tem outra maneira de exprimir-se.
Mas não terá? Não conhecemos nós sorrisos que são rápidos clarões, como esse brilho súbito e inexplicável que soltam os peixes nas águas fundas?
Quando a luz do sol passa sobre os campos ao sabor do vento e da nuvem, que foi que na terra se moveu?
E contudo era um sorriso.
José Saramago
Este é o sorriso das primas Vilarinho!
Mukandinha, igual a ela mesma...
Mana (gravidissíma e linda)
Prima...dispensa apresentações.
Besos
Mukanda

terça-feira, 11 de novembro de 2008

O meu Calcanhar de Aquiles ?!
O meu coração!
Hoje, ontem e sempre!
"Conta a mitologia grega que Tétis mãe de Aquiles, mergulhou o recém-nascido, nas águas do Estige (rio que dava sete voltas no inferno).
Este facto tornou o filho invulnerável, salvo pelo calcanhar que não foi banhado, pois a mãe o segurava por esta parte do corpo.
Aquiles teria sido ferido mortalmente em batalha, por uma flecha envenenada que atingira o seu calcanhar.
Muitas vezes sentirmo-nos donas e senhoras de alguma situação, e no final de uma grande batalha, acabamos por descobrir que também temos o nosso calcanhar de Aquiles, cheguei à conclusão de que o meu, é o coração.
Sob todos os aspectos somos "enfraquecidas" pelas desilusões do coração, quer seja na vida quotidiana, no trabalho ou no amor.
Protegemos sempre este órgão como se corresse risco iminente de ser arrebatado ao nosso peito e feito em pedaços por algum inimigo que irá usá-lo como troféu de sua batalha.
Acabamos então por envolvê-lo num material forte e assim sentimo-nos seguras para prosseguir.
E vamos bem, subindo degraus e conquistando batalhas, pisando em quem estiver pela frente e ao alcance da vista, pois afinal aquele coração que outrora nos fazia sensível ao adversário, hoje tornou-se uma arma poderosa contra eles.
Um coração envolto e fechado pode perfeitamente ser cruel e assim angariar mais e mais conquistas em seu benefício próprio.
E no final de uma trajectória, percebem-se quantos troféus arrecadados durante esta guerra enfrentada ao longo da vida, porém, não há ninguém com quem dividir os louros.
Ficamos sozinhos com o prémio da nossa indiferença.
Ninguém a felicitar, ou a bater copos em sinal de alegria, nada além do que nós e o nosso coração endurecido pela força do couro que o protegeu.
Tenho visto tantas pessoas assim ultimamente, algumas delas sem nenhum coração, sem nenhuma solidariedade, sem nenhuma compaixão.
São muitos vencedores que foram vencidos, pois quando no final e já cansados de conquistas, querem deitar as suas cabeças cansadas num ombro amigo, e percebem que não os tem, e ao tentarem remover a o que envolve o seu ponto frágil, já não podem mais, o material com o tempo funde-se na própria carne deste órgão.
Ganha-se muito pouco, diante do que se perde numa vida, quando nos fechamos ao próximo e consequentemente a nós mesmos.
A maior glória não está no ouro que juntamos e sim nos sorrisos que semeamos ao longo dos nossos dias de passagem por aqui.
Descobri como Aquiles, que também tenho um ponto fraco, e de repente senti-me invadida de imensa felicidade por perceber que o “meu calcanhar”, sangra e chora pelas injustiças que vê, e isso significa que ele foi polido com suave e perfumada camada de amor, carinho e de compreensão.
Provavelmente o que juntarei na vida não será por muitos compreendido ou valorizado, mas que em verdade é o maior tesouro que se pode ter.
Colher os frutos das sementinhas que germinaram cada vez que o coração chorou ao ver na estrada uma criança faminta, um pai desempregado, um velho abandonado."

O meu coração tem o maior prémio que se pode conquistar, ele ama.
Ama com pureza, amizade, sinceridade, lealdade, ...
Hoje tomei uma decisão contrária ao meu coração e ao coração de muitas (os).
Mas tive de a tomar!
O sentimento não terminou, a família não terminou, o "amor" não terminou, a saudade não terminou, a amizade não terminou…
"Amo" e "amarei" sempre, mas por agora terá de ser assim.
O meu coração continua e continuará a ser o mesmo de sempre.
Mas por agora terá que proteger e ser protegido.
Apenas por agora.
O tempo será amigo.
Sou muito ligada às pessoas que gosto.
A separação/afastamento é uma palavra que me dói muito, quando falo de pessoas que fazem parte da minha vida.
Sei que por ser assim, sofro muito!
Eu sei! Mas eu sou mesmo assim!
Infelizmente, há "situações" que são necessárias… desde que explicadas com todo o nosso carinho e amor.
Por agora terá de ser assim.
Besos
Mukanda
Há ocasiões em que as palavras não servem de nada, quem me dera a mim poder também chorar, dizer tudo com lágrimas, não ter de falar para ser entendida.
- José Saramago in “Ensaio sobre a Cegueira”

Besos
Mukanda
"Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença, entre dar
a mão e acorrentar uma alma.
E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre
significa segurança.
E começas a aprender que beijos não são contratos, e presentes não são
promessas. E não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-te de
vez em quando e precisas perdoá-la por isso.
Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobres que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos
para destruí-la, e que podes fazer coisas num instante, das quais te
arrependerás pelo resto da vida.
Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas
distâncias. E o que importa não é o que tu tens na vida, mas quem tens na
vida.
Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida, são tiradas de
ti muito depressa; por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos
com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vemos.
Aprendes que paciência requer muita prática.
Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva, mas
isso não dá o direito de seres cruel. Aprendes que nem sempre é suficiente
ser perdoado por alguém. Algumas vezes, tens que aprender a perdoar-te a ti
mesmo.
Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, tu serás em algum
momento, condenado. Aprendes que não importa em quantos pedaços teu coração
foi partido, o mundo não pára para que o consertes.
E, finalmente, aprendes que o tempo, não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, planta teu jardim e decora tua alma, ao invés de esperar que
alguém te traga flores. E percebes que realmente podes suportar... que
realmente és forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que
não se pode mais. E que realmente a vida tem valor, e que tu tens valor
diante da vida! E só nos faz perder o bem que poderíamos conquistar, o
medo de tentar!"

William Shakespeare

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

As minhas Enxaquecas/Cefaleias...
...não me largam. Desde que tive o meu acidente, em Fevereiro último, tenho tido enxaquecas muito fortes.
Tão fortes, que na maioria das vezes não me permitem levantar da cama.
Mas, graças a Deus, que a de hoje permitiu… mas sinto-me a piorar.
Umas vezes são mais fortes, outras vezes menos. Hoje acordei assim, novamente!
Estou farta de clínicas, de hospitais, de médicos, de exames, de tudo e tudo…O resultado é sempre o mesmo.
Melhoro…mas mais semana, menos semana…e volta tudo ao mesmo.
Estou farta. È uma “doença” que não se vê, apenas se sente.
Mexe com todo o nosso organismo, deita-nos abaixo de uma forma incontrolável. È horrível...
Tratamentos?! Soluções?! Ir controlando, tomando medicação, fazendo tratamentos, fazendo novos exames, mais exames e mais exames…ouvindo novas opiniões…e voltar tudo ao mesmo.
Estou farta, mas não me resta senão “aguentar”.

“Na terra dos sonhos, podes ser quem tu és, ninguém te leva a mal
Na terra dos sonhos toda a gente trata a gente toda por igual
Na terra dos sonhos não há pó nas entrelinhas, ninguém se pode enganar
Abre bem os olhos, escuta bem o coração, se é que queres ir para lá morar”

Refrão da música “Na terra dos sonhos” de Jorge Palma

Encontros e Despedidas

Boa semana...

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

MAGUSTO - Sábado (08/11/2008)

Amanhã (08/11/2008), a partir das 17 horas, no bar do Rugby do Estádio do Belenenses - No Restelo
Aparece e traz amigos também.
Estamos à tua espera.
E à tua.
E à tua também :)
Muitos besos e até amanhã
Mukanda
"Por vezes o destino é como uma pequena tempestade de areia que não pára de mudar de direcção.
Tu mudas de rumo, mas a tempestade de areia vai atrás de ti.
Voltas a mudar de direcção, mas a tempestade persegue-te, seguindo no teu encalço.
Isto acontece uma vez, e outra e outra, como uma especie de dança maldita com a morte ao amanhecer. Porquê?
Porque esta tempestade não é uma coisa que tenha surgido do nada, sem nada a ver contigo. Esta tempestade és tu. Algo que está dentro de ti.
Por isso, só te resta deixares-te levar, mergulhar na tempestade, fechando os olhos e tapando os ouvidos para não deixar entrar a areia e, passo a passo, atravessá-la de uma ponta à outra.
Aqui não há lugar para o sol nem para a lua; a orientação e a noção de tempo são coisas que não fazem sentido.
Existe apenas areia branca e fina, como ossos pulverizados, a rodopiar em direcção ao céu.
É uma tempestade de areia assim que deves imaginar.
E não há maneira de escapar à violência da tempestade, a essa tempestade metafísica, simbólica. Não te iludas: por mais metafísica e simbólica que seja, rasgar-te-á a carne como mil navalhas de barba.
O sangue de muita gente correrá, e o teu juntamente com ele.
Um sangue vermelho, quente.
Ficarás com as mãos cheias de sangue, do teu sangue e do sangue dos outros. E quando a tempestade tiver passado, mal te lembrarás de ter conseguido atravessá-la de ter conseguido sobreviver.
Nem sequer terás a certeza de a tormenta ter realmente chegado ao fim.
Mas uma coisa é certa. Quando saíres da tempestade já não serás a mesma pessoa.
Só assim as tempestades fazem sentido."

Excerto - Kafka à beira-mar

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

"A razão porque dói tanto separarmo-nos é porque as nossas almas estão ligadas.
Talvez sempre tenham estado e sempre o fiquem.
Talvez tenhamos vivido milhares de vidas antes destas, e em cada uma nos tenhamos reencontrado.
E talvez que em cada uma tenhamos sido separados pelos mesmos motivos.
Isto significa que esta despedida é, ao mesmo tempo ,um adeus pelos últimos 10.000 anos e um prelúdio ao que virá.
Quando olho para ti vejo a tua beleza e graça, e sei que cresceram mais fortes em cada vida que viveste.
E sei que gastei todas as vidas antes desta à tua procura.
Não de alguém como tu, mas de ti porque a tua alma e a minha tem que andar sempre juntas.
E assim, por uma razão que nenhum de nós entende, fomos obrigados a dizer adeus um ao outro.
Adoraria dizer-te que tudo correrá bem para nós, e prometo fazer tudo o que poder para garantir que assim será.
Mas se nunca nos voltarmos a encontrar e se isto for verdadeiramente um adeus, sei que nos veremos ainda noutra vida.
Iremos encontrar-nos de novo, e talvez as estrelas tenham mudado, e nós não apenas nos amemos nesse tempo, mas por todos os tempos que tivemos antes. (...)
Volta. Olha-me mais uma vez, dá-me só mais um abraço, beija-me por um segundo que seja. Sorri-me em toda a nossa cumplicidade, mostra-me de novo esse paraíso no teu olhar.
Enfeitiça-me ainda com esse perfume só teu, queima-me com os arrepios do teu toque.
Faz-me rir, faz-me chorar, faz-me querer partir e não ir. Agarra-me, só para me largares no instante seguinte. Ri-te, chora - mas ri-te e chora comigo.
Traz-me de novo sonhos pintados no céu, dá-me só mais uma vez a lua daquela noite, regressa para um único amanhecer apenas.
Odeia-me, ama-me; permite-me amar-te, odiar-te, sentir todo um turbilhão demente de emoções.
Ignora-me, ouve-me, desaparece e chama-me. Traz-me essa tua voz tímida só mais uma vez. Esquece-me, não me ames... mas volta. Volta.
"Nicholas Sparks in Diário da Nossa Paixão"
O Livro é lindissímo, aconselho.
Falta-me ver o filme, mas estará para breve.
Sinopse do Filme:
Todas as manhãs ele lê para ela, de um caderno desbotado pelo tempo, uma história de amor que ela não recorda nem compreende.
Um ritual que se repete diariamente no lar de idosos onde ambos vivem agora.
Pouco a pouco, ela deixa-se envolver pela magia da presença dele, do que ele lhe lê, pela ternura dele…
E o milagre acontece. A paixão renasce, transpõe o abismo do tempo, o abismo da memória, e por instantes ela volta para ele… apesar da doença.
Mas haverá mais. Todos os dias, ele lê-lhe a história de um simples rapaz sulista e de uma rapariga destinada a brilhar na high society.
A primeira paixão, clara como uma manhã orvalhada de maravilha e descoberta.
Afastados depois pela impiedosa exigência do abismo que os separa.
Catorze anos mais tarde, ele é um sobrevivente da guerra e ela está a poucos dias de tornar-se a mulher de um outro homem.
Mas volta por uma necessidade impiedosa de o rever. O reencontro traz de novo toda a magia. Terá o amor poder suficiente, desta vez?
Baseado no romance best-seller de Nicholas Sparks, «O Diário da Nossa Paixão» é uma história sobre oportunidades perdidas, amadurecimento e a força de um amor eterno.
Muito bom!
Videio Fantástico :)
Presidenciais
Génio da publicidade apoia Obama
O realizador de uma das campanhas mais premiadas da história da publicidade, para a Budweiser, realizou agora o vídeo Wassup 2008 para apoiar o candidato democrata. VEJA O VÍDEO ORIGINAL E O NOVO
por visao.pt - 28 Out 2008
Wassup 2008 Commercial (full version) GO OBAMA!



Sucedem-se os apoios notáveis à candidatura de Barack Obama. Desta vez, foi o realizador de videoclips e publicidade, Charlie Stone, entrar na lista de apoiantes do candidato democrata.
Stone poderá não ser muito conhecido do público, mas foi ele quem deu início a uma das campanhas mais brilhantes e mais premiadas da história da publicidade. Tratou-se da série de anúncios denominada Wassup, para a marca de cerveja Budweiser. Os filmes, que originalmente retratavam divertidas cenas de camaradagem entre amigos, rapidamente se transformaram num alucinante fenómeno de media, levando à multiplicação de novos episódios e, sobretudo, à difusão global pela Internet não só dos filmes publicitários verdadeiros, como de milhares de versões criadas por anónimos. Todos elas podem, ainda hoje, ser vistas no You Tube.
Oito anos depois, o realizador Charlie Stone apresentou o Wassup 2008. O vídeo repete a ideia original, com os mesmos actores, mas mostra a vida daquele grupo de amigos, oito anos e dois mandatos de George W. Bush depois. No final, a mensagem é a de que, apesar do desespero, há uma esperança: Barack Obama. Veja os dois vídeos.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Há esperanças que é loucura ter. Pois eu digo-te que se não fossem essas já eu teria desistido da vida.

- José Saramago in “Ensaio sobre a Cegueira”

Ensaio sobre a Cegueira chegará aos cinemas a 13 de Novembro próximo.

Aguardo ansiosa!

Besos

Mukanda

Partilho...
Muito bonita.
Beso
Mukanda


Caetano Veloso - Cucurrucucu paloma

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Para ti, minha linda Patricia.
Este é para ti!
Obrigada, pelo fim de semana fantástico que passamos.

Normalmente os momentos melhores da vida, são aqueles pelos os quais não estamos à espera.
Tal como este fim-de-semana.
Foi fantástico.
Gosto muito de ti minha querida.
Viste o pormenor da música?!
Agora chama-me quota, que tu apanhas! :)
O nosso fotógrafo preferido, também terá a sua surpresa...
Beso my grande meu amor.
Mukanda




Albert nunca recuperou a ausência física de Marta. Mas guardou os silêncios e reconstruiu-os. Em cada silêncio da sua vida, falava com ela – como fazia dantes, deitado ao seu lado, falando em silêncio, numa nudez absoluta, sem segredos nem medos. Porque nada é mais íntimo e mais indestrutível do que o silêncio partilhado. O silêncio fica porque nunca mente, porque é tão íntimo que não pode ser representado, é tão envolvente que não pode ser rasgado.
Conheço bem Albert e Marta sei o quanto se amam em silêncio e à distância e não sei dizer como acabará a sua história. Ele destrói-se, ela defende-se. Cada um deles faz por desejar ou fingir desejar a salvação própria, mas, acima de tudo, teme a salvação do outro. O silêncio é o que lhes resta, o que os une, uma finíssima película de tempo suspenso, para além da qual não há nada mais do que a escuridão dos abismos. E, por isso, nenhum deles ousa qualquer palavra, qualquer gesto, qualquer coisa que possa romper esse ténue fio que os prende à eternidade.
É uma história triste e sem fim feliz à vista. Conto-a, porque me parece que ela encerra uma lição útil: nunca devemos amar em silêncio, nada é mais perigoso do que dividir com outrem os pensamentos vividos em silêncio.

Não Te Deixarei Morrer, David Crockett, Miguel Sousa Tavares
Acabo de ouvir… muito bom.
Uma voz sublime, um CD fantástico e a música...óptima!
Confiram.
Besos
Mukanda

Amy Winehouse - Back to Black

“Caminha pacificamente por entre o ruído e a pressa; lembra-te da paz que pode haver no silêncio. Tanto quanto puderes, e sem transigências, vive em harmonia com todas as pessoas. Diz o que pensas serena e limpidamente, e escuta os outros, mesmos os mais banais e os ignorantes; também eles têm uma palavra a dizer. Evita os barulhentos e os agressivos, porque são uma tortura para o espírito. Se te comparares com os outros, podes tornar-te vaidoso e amargo, pois sempre haverá pessoas maiores e menores do que tu. Goza os teus triunfos e os teus projectos. Interessa-te pela tua vida, por mais humilde que seja; é um bem autêntico, apesar das mudanças e dos tempos. Tem cautela nos negócios, porque o mundo está cheio de perigos. Mas não deixes que isso te cegue em relação ao bem que existe. Muitas pessoas lutam por ideais elevados, e em toda a parte a vida está cheia de heroísmos. Sê quem és. Especialmente não aparentes afeições que não sintas. E também não sejas cínico quanto ao amor; não obstante a aridez e o desencanto, o amor é perene como a relva. Aceita docemente o conselho dos anos, abdicando de boa vontade das coisas da juventude. Cultiva a força do espírito, para te proteger de súbitas desgraças. Mas não te tortures com imaginações. Muitos medos nascem do cansaço e do aborrecimento. Para além duma íntegra disciplina, trata-te bem a ti mesmo. És filho do universo, como as árvores e as estrelas. E quer o vejas claramente ou não, o universo evolui como deve. Por tudo isto, vive em paz com Deus, seja lá qual for a ideia que d’ Ele tenhas. E quaisquer que sejam as tuas lutas e aspirações na ruidosa confusão da vida, permanece em paz com a tua alma. Com todos os equívocos e incómodos, continua a ser um mundo muito bonito. Alegra-te. Esforça-te por ser feliz.”
Este texto foi publicado em 1927.
Mas há quem diga que foi composto no século XVII
Mukanda

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

“Quando te sentires perdida, confusa, pensa nas árvores, lembra-te da forma como crescem. Lembra-te de que uma árvore com muita ramagem e poucas raízes é derrubada à primeira rajada de vento, e de que a linfa custa a correr numa árvore com muitas raizes e pouca ramagem. As raizes e os ramos devem crescer de igual modo, deves estar nas coisas e sobre as coisas, só assim poderás dar sombra e abrigo, só assim, na estação apropriada, poderás cobrir-te de flores e de frutos. E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não metas por uma ao acaso, senta-te e espera. Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo, e sem deixares que nada te distraia, espera a volta a esperar. Fica quieta, em silêncio, e ouve o teu coração. Quando ele te falar, levanta-te, e vai para onde ele te levar” Susanna Tamaro - “Vai aonde te leva o coração”.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Mais um conselho?!
“Pega no telefone e liga-lhe, não tens nada a perder.
Diz-lhe que tens saudades dele, que ninguém te faz tão feliz, que os teus dias são secos, frios e áridos, como um deserto imenso, sem oásis nem miragens, sempre que não estão juntos.
Pega no telefone e liga-lhe.
Se ele não atender, deixa-lhe uma mensagem.
Ou então escreve-lhe um sms a dizer que queres estar com ele.
Não te alongues nem elabores, os homens nunca percebem o que queres deixar cair nas entrelinhas.
Tens de ser clara, directa e incisiva.
E não podes ter medo, porque o medo é o maior inimigo do amor.
Cada vez que deixares o medo entrar-te nas tuas veias, ele vai gelar-te o sangue e paralisar-te os nervos, ficas transformada numa estátua de sal e morres por dentro.
A vida é uma incógnita, hoje estás aqui, amanhã podes ficar doente, ou cair-te um piano em cima quando fores a andar na rua.
Ainda há pessoas que atiram pianos pela janela, sabias?
Nunca se sabe como será o dia de amanhã, por isso não percas tempo e pega no telefone e liga-lhe.
Tenho a certeza que ele te vai ouvir, tenho a certeza que ele te vai ajudar, tenho a certeza que ele, à sua maneira - e é tão estranha a forma como os homens gostam de nós - ainda gosta de ti.
Mesmo que já não te ame, ainda gosta de ti, como tu vais aprender a gostar dele, quando a vida te obrigar a desistir deste amor.
Ele está longe, mas olha para ti por entre memórias, presentes e flores.
À noite, entre sonhos alterados pelo álcool e as drogas leves, tu apareces-lhe na cama e ele volta a sentir o cheiro da tua pele e volta a amar-te com todas as suas forças.
Ainda que não acredites, tu viverás para sempre nele, tal como ele vive em ti, na memória das tua células, num passado que pode ser o teu escudo, mesmo que não seja o teu futuro. Pega no telefone e liga-lhe.
Fala com ele de coração aberto, diz-lhe o que queres ver, chora se for preciso, pede-lhe que te diga se sim ou se não. Se for preciso, por mais que te custe, pede-lhe para escrever a palavra NÃO.
Pede-lhe uma resposta para o teu coração.
Mais vale saberes que acabou tudo do que viveres com as laranjas todas no ar, qual malabarista exausto, sem saberes nem como nem quando elas vão cair. Mais vale chorar a tristeza de um amor perdido do que sonhar com um oásis que se tranformou numa miragem.
Pega no telefone e liga-lhe.
Liga as vezes que forem precisas até conseguires uma resposta, a paz de uma certeza, mesmo que essa certeza não seja a que desejavas ouvir.
Mas não fiques quieta, à espera que a vida te traga respostas. a vida é tua, tens de ser tu a vivê-la, não podes deixar que ela passe por ti, tu é que passas por ela.
E quando todas as laranjas caírem, apanha-as com cuidado, guarda-as num cesto e muda de profissão.
O circo é para quem não tem casa nem país, não é vida para ninguém. Guarda as laranjas num cesto, leva-as para casa e faz um bolo de saudades para esquecer a mágoa.
E nunca deixes de sonhar que, um dia, vais encontrar alguém mais próximo e mais generoso, que te ensine a ser feliz, mesmo com todas as pedras que encontrarem no caminho.
Larga as laranjas e muda de vida.
A vida vai mudar contigo."
MRP, “Vou contar-te um segredo”
Besos
Mukanda
Bom fim-de-semana
A mami diz que tenho muito o seu jeito.
E algumas parecências físicas,
Só não tenho os seus olhos, verdes, maravilhosos.
Eu quero acreditar que serei assim daqui a 42 anos, e que tenha pelo menos metade da sua força de Vida!
As avós são as nossas segundas mães, porque sem elas nenhuma de nós existiria...


Este fim-de-semana, vai ser dedicado à minha avó...que bem merece!
Eu e a mami vamos até Vila Real de Trás-os-Montes, matar saudades.
A avó manda beijinhos ao "Mouro" :)
Deixo uma música que me é muito familiar, e uma vez que estou numa maré de família/saudades, aqui fica.
Bom fim-de-semana.
Besos
Andreia Vilarinho Flórido


quinta-feira, 30 de outubro de 2008

SOBREVIVÊNCIA AO MUTISMO

- Tudo mudou quando te conheci. Não porque os meus pequenos trabalhos se tenham tornado mais apaixonantes, mas porque transformo tudo o que se passa à minha volta em matéria das nossas conversas.

- Poderíamos falar de outras coisas!
- Dois seres que se amam, sós, isolados do mundo, é muito bonito.
Mas de que é que haviam de alimentar os seus encontros a sós?
Por muito desprezível que o mundo seja, precisam dele para poderem falar um com o outro.
- Podiam ficar calados.
- Como aqueles dois ali na mesa ao lado?- riu Jean-Marc.- Ah, não, nenhum amor sobrevive ao mutismo.

(Milan Kundera- A IDENTIDADE)
Hoje no Coliseu dos Recreios de Lisboa - Roisin Murphy
30 de Outubro – 21h00 (abertura de portas às 20h00 )
RÓISÍN MURPHY * A MENINA DANÇA?
A ex-vocalista dos Moloko, Róisín Murphy, vai pôr toda a gente a dançar, dia 30 de Outubro no Coliseu de Lisboa.
O regresso da cantora a Portugal, dá-se depois de uma memorável actuação no Optimus Alive!08.
É impossível falar de Róisín Murphy sem falarmos dos Moloko, uma das bandas inglesas mais importantes no movimento electrónico, da qual era voz e alma. Êxitos como “Sing It Back” continuarão a marcar o ritmo das pistas de dança de todo o mundo.
Dois álbuns e muita estrada depois, a menina Irlandesa que se mudou para Manchester aos 12 anos, tornou-se, per si, uma referência incontornável.
Devido a dois belíssimos álbuns, “Ruby Blue” (2005) e “Overpowered” (2007) colocou-se na boca do mundo e nas colunas de qualquer festa que se preze.
O primeiro, produzido pelo guru da electrónica Matthew Herbert, incluía o single “"If We're in Love", que viria a fazer parte da banda sonora da série americana “Grey's Anatomy”.Com “Overpowered”, o álbum, e “Overpowered”, o single, Róisín Murphy, dá o definitivo salto para a notoriedade mundial, como artista em nome próprio.
Os concertos sucedem-se em ambiente de grande festa.
Ainda há bilhetes!
Grazie amigo!
Deixo três temas para abrir o apetite.
Roisin Murphy - If we're in love



Róisín Murphy - "You Know Me Better"

Moloko - Sing It Back