quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Buenas!
Hoje, um amigo partilhou comigo esta música fantástica.
Partilho com vocês:

http://www.youtube.com/watch?v=uTGkT2WYcRo

Obrigada Daves.

Besos
Mukanda

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Ontem, fiz um voo nocturno
Voei até ao Coliseu de Lisboa
Para assistir ao 2º concerto do Jorge Palma
Do nada, o meu amigo Francisco presenteou-me...
A mim e a mais amigos.
Na noite anterior tinham sido uns poucos...
Ontem fomos mais uns tantos.
Obrigada Francisco!
O Concerto foi fantástico.
Jorge Palma no seu melhor
Um pouco aflito da voz
Mas mesmo assim, fabuloso.
Fez-me muito bem.
Estes últimos dias tem sido dias de muita ansiedade
de cansaço acumulado
De muitos sentimentos misturados.
Hoje sinto-me mais cansada ainda
Mas mais rica!
Apenas cansada.
Tudo, não está como era antes....
Sinto ,que estou naqueles dias
Em que preciso de ti.
Talvez também pelo cansaço?!
Talvez esteja mais frágil?!
Não sei por onde andas,?!
Não sei o que pensas,?!
Não sei o que sentes?!
Mas, hoje preciso de ti.
Onde andas,meu amigo Arco Íris?!
Aparece!
Preciso de te ver
Vamos parvejar!
Estou à tua espera.

Besos
Mukanda

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Tira a mão do queixo, não penses mais nisso
O que lá vai já deu o que tinha a dar
Quem ganhou, ganhou e usou-se disso
Quem perdeu há-de ter mais cartas para dar


E enquanto alguns fazem figura
Outros sucumbem à batota
Chega aonde tu quiseres
Mas goza bem a tua rota


Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar


Enquanto houver ventos e mar

A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar


Todos nós pagamos por tudo o que usamos
O sistema é antigo e não poupa ninguém, não
Somos todos escravos do que precisamos
Reduz as necessidades se queres passar bem


Que a dependência é uma besta
Que dá cabo do desejo

E a liberdade é uma maluca
Que sabe quanto vale um beijo


Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar


Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar


Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar


Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar


A gente vai Continuar

Por Jorge Palma


Besos Mukanda


terça-feira, 20 de novembro de 2007

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára...

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...

Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não...

Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não...

A vida não pára!...
A vida é tão rara!...

Lenine
Paciência
De ti para mim, de mim para ti....

Num momento, numa tarde, num dia...
Ainda que esse dia possa ser um momento, sendo a tarde uma parte do dia..
Surge sempre um inesperado e assim o digo porque, por vezes, uma rotina ou mesmo um caminho comum se foi traçando.
Nesse caminho por vezes parecendo completo, muitos são os cruzamentos os encontros, as alegrias, os devaneios, enfim, os momentos...
ainda que unidos, formam o incompleto e esse espaço por completar pode ser preenchido por curtos mas deliciosos e imperdíveis momentos
Por uma força que proporciona uma forma de estar.
No seio do positivismo do preenchimento, existe um alguém cujo diálogo nos envolve podendo mesmo chegar a absorver pela peculiaridade restrita de que se reveste.
Pensando em pormenor, nada tem de novo, pois o passado já desenhou tantos triângulos cujo equilíbrio era esperado e a pedra de uma das colunas acabou sempre por cair.
É um processo.
Processo de aprendizagem e conducente à meditação.
Aceitável.
Será uma escrita ou meras palavras que aqui se definem?!
Palavras que consubstanciam o sentimento!
Fugaz.
Com retorno.
Cíclico, mas permanente.
Imperdível esta vivência.
O querer estar.
A incontornável ausência da qual resulta uma saudade temporária mas sempre acompanhadas de uma alegre motivação para a caminhada mental.
Uma descida na qual rapidamente se poderá encontrar um trilho adjacente onde as passadas e o acompanhamento mental persistem pelo inquestionável querer estar.

Obrigada!
Vai correr tudo lindamente.
Se olhares para o teu ombro direito, ver-me-às sempre a teu lado.
Quando vieres, estarei aqui.
Enquanto não vieres, permanecerei aqui também.
Um beijinho grande

Mukanda

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Amigos

“Amigos”

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objecto dela se divida em outros afectos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!

Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências…
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.

Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles.

Eles não iriam acreditar.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.

Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.

E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar.
Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.

Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer…
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!

A gente não faz amigos, reconhece-os.”
Vinicius de Moraes (1913-1980)


Besos

Mukanda
Bom dia!
Tenho andado mais ausente, dividida entre o trabalho/casa, casa/trabalho.
Semear agora para mais tarde colher, é o Lema.
Não me falte a saúde para aguentar o barco.

Deixo-vos uma noticia que li hoje...

"Mango vai vender roupas também para homem ILÍDIA PINTO

A Mango, marca espanhola de vestuário, decidiu incluir os homens no seu plano estratégico, regressando, onze anos depois, à moda masculina.

A primeira colecção estará disponível em lojas seleccionadas a partir de Março com as tendências Primavera-Verão 2008.
Será uma mini-colecção, composta por cerca de 30 modelos, e que estará disponível apenas nas lojas de maior dimensão.
Portugal não foge à experiência-piloto e terá moda de homem e cinco espaços comerciais de Lisboa e Porto.
O anúncio do regresso da Mango à moda masculino foi feito esta semana pelo presidente e fundador da cadeia têxtil, Isak Andic, em Barcelona, que disse pretender com esta e outras medidas "duplicar as vendas em quatro anos".
Recorde-se que a Mango encerrou 2006 com 1 070 lojas em todo o mundo e uma facturação superior a 1,4 mil milhões de euros.
A produção de moda de homem foi abandonada pela Mango em 1996 por uma questão de alteração de estratégia na altura.
"Nesse momento, a mulher era a maior consumidora e a Mango decidiu centrar-se nela mas, agora, a sociedade mudou", explicam fontes da companhia, citadas pelo jornal El País.
Foi também em 1996 que a Mango abandonou a sua linha de moda infantil, mas não está nos planos da companhia apostar nesta área para já.
Sobre a moda masculina, Isak Alfon, responsável na Mango pelo mercado português, explicou ao DN que esta será "uma prova-piloto para ver como está o mercado", tendo sido seleccionadas entre 150 a 200 lojas em todo o mundo, "as de maiores dimensões" para apresentar este novo conceito".
"Além do desenho de um móvel especial para uma área da loja reservada para homem, haverá um manequim na vitrina para mostrar a colecção masculina", explicou ainda Isak Alfon.
Tudo isto é importante para diferenciar a colecção feminina da masculina, que terá apenas cerca de "30 modelos", ou seja, será constituída por uma "quinta parte" de uma colecção normal da Mango, refere.
Isak Alfon admite ser "ainda muito cedo para pensar" numa loja separada, mas tudo indica que se a aceitação do mercado for a desejada, esse será o passo seguinte na estratégia da Mango para o vestuário de homem.
Em termos de expansão da rede, o fundador da Mango - que começou a sua actividade a vender as suas primeiras camisas, em 1968, aos 14 anos - pretende duplicar o número de lojas, atingindo as duas mil.
Os mercados de eleição são os EUA e a Ásia, bem como, a nível europeu, a França, Reino Unido e os mercados do Leste.
Em Portugal, o grupo conta com 56 lojas - a mais recente abriu já este ano em Castelo Branco - e vai em breve inaugurar mais duas: em Angra do Heroísmo e Alfragide. "

O Homem, cada vez mais, preocupa-se com a sua imagem/aparência e isso reflete-se em tudo no seu dia a dia.
Porque razão teria que ser apenas a Mulher?!
Uma imagem cuidada é sempre outra coisa.
Acredito que é apenas uma questão de tempo até que "metrosexual" se torne uma palavra do vocabulário comum, assim como o seu próprio estilo de vida.
Graças a Deus!

Besos e boa semana

Mukanda