"...Acabou pensando nele como jamais imaginara que se pudesse pensar em alguém, pressentindo-o onde não estava, desejando-o onde não podia estar, acordando de súbito com a sensação física de que ele a contemplava na escuridão enquanto ela dormia, de maneira que na tarde em que sentiu seus passos resolutos no tapete de folhas amarelas da pracinha custou a crer que não fosse outro embuste da sua fantasia..."
Gabriel Garcia Marquez in “O Amor no Tempo do Cólera”
Dez chamamentos ao amigo
Há 1 semana

2 comentários:
Pura fantasia, vindo de quem escreveu, só pode...
:)
O Garcia Marquez tem destas (e doutras)...
Beijinho
E como eu gosto destas Fantasias... :)
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