Chuva...
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
...
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade.
Mariza
Composição: Jorge Fernando
Dez chamamentos ao amigo
Há 1 semana

4 comentários:
Uma música mágica com uma letra pensada até ao mais infimo pormenor, apesar da tristeza que nela carrega...
Só é triste, se sentida como tal.
Eu não a sinto assim!
Eu sinto-a alegre...tudo depende do estado de espirito!
Já agora, quem é o Anónimo?!
Música linda... =)
Beijinhos
Beijinho grande para ti Sofia.
Andreia
Enviar um comentário