Mais um dia igual a tantos outros.
Trabalho, casa, casa, trabalho.
Com uma pequena diferença,
São dias mais calmos,
Dias mais serenos que o habitual
Lisboa “está deserta!”
O mês de Agosto,
É óptimo para se trabalhar em Lisboa.
Tudo parece andar a meio gás.
O volume trabalho é o mesmo,
Mas o ritmo é diferente.
Ou pelo menos, sentimo-lo diferente.
Mais um dia...
Chegar a casa, depois do trabalho.
Ligar a televisão,
Notícias, documentários,
Fazem parte do dia a dia...
Fico por ali.
Talvez devesse ir tomar um banho,
Arranjar-me e sair por ai...
Sou nova demais para fazer qualquer coisa contrária a isso,
Ou talvez esteja velha demais para fingir a mim mesma.
Para dizer que a saudade não existe,
Por detrás da máscara,
Do sorriso “forçado”.
Por detrás de palavras “gravadas”.
O meu maior medo nesta saudade é,
De me acostumar a ela nos meus dias
E passar a olhá-la intimamente,
A ponto da sua ausência me fazer mais feliz
Que a sua própria presença.
Acho que não?!
Acho que é apenas uma fase,
A que eu chamo de Amadurecimento.
Ou não!
Encontrei, finalmente, esta música no YouTube,
partilho:
Besitos
Mukanda
Dez chamamentos ao amigo
Há 1 semana

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