Partilho com vocês um texto interessante.
O qual comentarei um pouquito...
Todos nós somos livres de amar, da maneira que queremos, sabemos e sentimos.
Não há regras quando se ama.
Não há fórmulas para amar, para agir, quando se ama, ama!
Quando se ama, não devemos ter vergonha de assumi-lo.
É um sentimento tão bonito! E tão raro!
Amor(s) verdadeiro há pouco (s)!´
É um conjunto de sentimentos, que todos juntos, se traduzem no AMOR verdadeiro.
Amor é: paixão, é tesão, é compreensão, é respeito, é amizade, é cumplicidade, é lealdade,
é fidelidade, é sinceridade, é partilha, é ...............tudo!
Utilizo muitas vezes, esta definição para o amor, mas é como eu o sinto!
Amor, é acordar de manhã....olhar para quem está a nosso lado
e não ter dúvidas.
É dizer/sentir:
Eu amo-te...e aconteça o que acontecer eu estou aqui!E tu estás ai!
Podemos errar........... infelizmente, também acontece no amor.
Temos que saber reconhecer os erros.
Aprender com eles!
Ninguém é perfeito!
Se dói?!
Claro que dói! Por vezes dói tanto, que pensamos que nunca mais será possivel voltar....
A ser como foi?!
Nunca será!
Melhor ou pior, não sei?!
Temos que ter maturidade para perdoar.
Independentemente do futuro!
Principalmente quando não se magoa Gratuitamente!
Porque, infelizmente, há quem o faça!
Quem o faz...não mereçe o nosso AMOR!
Não se ama, mais ou menos, porque se fez isto ou aquilo.
Porque se dá isto ou aquilo.
Cada um ama da sua maneira.
O amor é um dos maiores equilibrios da vida.
Não quer dizer que por não estarmos com a pessoa que amamos, ou porque simplemente não amamos ninguém...não sejamos equilibrados!
Mas a verdade, é que quem ama e é amado...
quem partilha esse amor, tem um equilibrio diferente.
Como é óbvio, é a minha opinião.
Cada um terá a sua!
Eu não nasci, para viver sózinha, reconheco-o!
Creio que ninguém nasceu!
Apesar de haver quem diga, o contrário!
Mas, não quer dizer que não saiba viver sozinha!
Claro que sei!
O que seria!
Mas a verdade é que sou mais feliz quando estou com quem amo.
Mas, também, é verdade que prefiro estar sozinha, que ter uma relação só por ter.
Por companhia, por afecto, por presença, etc, etc....
Para "ESTAS LACUNAS"tenho a minha família que amo, as minhas amigas e os meus amigos!
Que amo também.
É outro tipo de amor! Mas que também são necessários para o meu equilibrio!
Enfim......é um pouco isto! :)
O texto é interessante,
Tem pontos com os quais concordo na integra,
Tem outros que não tanto......mas cada um, sente da sua maneira!
Leiam, é interessante.
Besos
Mukanda
Esta coisa de gostar de alguém
Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”.
Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos.. E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de 10 anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou – e o professor Júlio Machado Vaz que se cuide – foram as expectativas que nós criamos em relação a ela. Impressionados?
Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”.
Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.
Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós.
Fernando Alvim
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Dez chamamentos ao amigo
Há 1 semana

5 comentários:
Guapita,
Como me revejo em tantas passagens deste texto ... gostar é simplesmente desligar o "complicómetro", é mover céus e montanhas .... tudo em prol do NÓS ... não há barreiras que impeçam essa realidade.
Gostar é isso, mesmo quando as expectativas que temos do GOSTAR mudam !!! ;)
Bjocas gds
No comments, Carol!
Lindo, nada mais a prepósito...
Za
Amar é dar-mo-nos sem limites, sem nada esperar em troca, e sermos felizes apenas e só pela nossa entrega e por conseguirmos fazer feliz quem amamos.É este o meu conceito de amar,e para mim só este amor vale a pena.
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